Neste novo caso, o cliente revoltado, se sentiu lesado pelo serviço recebido no restaurante de culinária japonesa Tosaka, no Downtown, Rio de Janeiro.
O cliente senta e pergunta: Qual o valor do rodízio? A garçonete responde e o mesmo decide ir em frente, mesmo encontrando mesas sujas. Sem contar a falta de uma esteira para se apoiar o famoso hashi e os restos do que parecia uma obra que se encontrava na escada de acesso ao segundo andar.
Como tinha decidido ficar, o cliente faz o primeiro pedido e, um Rolinho Primavera que deveria conter camarão e catupiry, "esqueceram" do crustáceo em um da dupla que foi pedida. Mas tudo bem.
Vamos ao segundo pedido e, nele o cliente é comunicado pela garçonete que o salmão acabou. Ah??? Como assim??? O principal peixe acabou??? O cliente, então informa que não ficaria ou queria um desconto. Ela retorna e informa que a falta seria apenas para novos entrantes e que poderia ficar tranquilo que não faltaria o peixe.
Terceiro pedido e agora não temos Sushi de Camarão. Ah??? Como assim??? Novamente??? Agora o cliente entendeu a economia em um dos Rolinhos do primeiro pedido.
Ok, o cliente mais uma vez releva, ou desiste, e vai para a sobremesa, ou para a surpresa, o Rolinho de Chocolate também acabou??? Não é possível. Como estão abertos??? Senhor, sabe o que é, é que hoje lotou. E??? Então você tem que avisar quando o cliente senta e pergunta o valor. Lembra? A primeira coisa que o cliente fez, foi perguntar o valor.
Muito complicada a situação, como o restaurante tem a cara-de-pau de cobrar um rodízio cheio com tantas faltas??? Não é barato e o que entregam é muito pouco para o que cobram, R$ 49.
Tosaka, isso não se faz com seus clientes ou ex-clientes.





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